Vigilância em Saúde: como a tecnologia facilita a gestão no município
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Quando se fala em saúde pública, o que primeiramente vem à mente é o atendimento médico, certo? No entanto, esse tema é muito mais amplo e complexo, envolvendo prevenção, monitoramento e fiscalização. Ao montar um plano para garantir a qualidade de vida e diminuir riscos e danos à saúde da população de uma determinada região, o gestor público precisa trabalhar também estratégias individuais e coletivas de Vigilância em Saúde. 

Conforme as diretrizes nacionais do Ministério da Saúde, esse trabalho inclui vigilância:

  • a) vigilância e controle das doenças transmissíveis; 
  • b) das doenças e agravos não transmissíveis; 
  • c) da situação de saúde;
  • d) ambiental em saúde;
  • e) da saúde do trabalhador; 
  • f) sanitária.

A forma de ação e a divisão de tarefas variam muito de um município para outro. Algumas prefeituras contam com equipes numerosas e funções bem definidas. No entanto, não é raro achar uma cidade que tenha uma ou duas pessoas apenas no setor de Vigilância em Saúde. Afinal, o Brasil é enorme e a realidade cultural e econômica muda consideravelmente de uma região para outra. 

Portanto, é preciso avaliar se o trabalho que tem sido realizado em sua comunidade abrange todas as ações necessárias e previstas na legislação. Para entender melhor a importância desta área, antes de mais nada, confira a seguir sua abrangência. Logo depois, veja como o uso da tecnologia pode facilitar e qualificar a gestão em saúde em sua cidade. 

 

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Como são divididas as áreas da Vigilância em Saúde?

Um princípio fundamental da Vigilância em Saúde é o cuidado integral da saúde e do bem-estar de uma comunidade, reduzindo a vulnerabilidade da população nesse setor. Conforme as diretrizes do Ministério da Saúde, isso significa olhar para: modos de viver, condições de trabalho, habitação, ambiente, educação, lazer, cultura e acesso a bens e serviços essenciais.

Como ações específicas, pode-se citar a promoção de atividades voltadas a: alimentação saudável, incentivo à prática de atividade física, prevenção e controle do tabagismo, alcoolismo e outras drogas, bem como ações de desenvolvimento sustentável e de prevenção da violência. Esse trabalho de Vigilância em Saúde é dividido em quatro eixos. A seguir, confira um breve resumo de suas definições:

> Epidemiológica:
envolve a vigilância de efeitos sobre a saúde, como agravos e doenças, por meio de coleta, processamento e análise de dados, investigações de casos e surtos, bem como promove medidas de controle indicadas. Assim como atua desenvolvendo estudos contínuos do comportamento dos principais indicadores de saúde, visando um planejamento mais abrangente.

 

> Sanitária:
trabalha um conjunto de ações capazes de eliminar, diminuir ou prevenir perigos à saúde, como agentes químicos, físicos e biológicos que possam ocasionar doenças e agravos. Bem como inclui intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, na produção e circulação de bens e na prestação de serviços de interesse da área. Além disso, atua no controle de bens de consumo que se relacionem com a saúde, da produção ao consumo.

 

> Ambiental:
promove um conjunto de ações para conhecimento e monitoramento da exposição de indivíduos ou grupos populacionais a um agente ambiental ou seus efeitos clinicamente ainda não aparentes (subclínicos ou pré-clínicos). Então recomenda e adota medidas de prevenção e controle dos fatores de risco relacionados às doenças e outros agravos à saúde. Por isso, abrange qualidade da água para consumo humano, do ar e do solo, desastres naturais, acidentes com produtos perigosos, ambiente de trabalho.

 

> Saúde do Trabalhador:
atua de forma sistemática para detectar, conhecer, pesquisar e analisar fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho. Dessa forma, desenvolve um conjunto de atividades destinadas à promoção e proteção, recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho.

 

E como a tecnologia pode facilitar o trabalho das equipes de Vigilância?

Fazer a gestão da Vigilância em Saúde é, definitivamente, uma tarefa bastante complexa, como já foi possível perceber. Felizmente, os avanços da tecnologia permitem aposentar as planilhas manuais, agilizar a análise de dados e qualificar o atendimento. Com uso da computação em nuvem, por exemplo, é possível conferir e atualizar dados em tempo real, o que facilita a identificação de inconsistências e a fiscalização.

Especializada no desenvolvimento de software para gestão pública 100% em nuvem, a IPM Sistemas conta com soluções tecnológicas também para a área da Vigilância em Saúde. Então, por ser WEB, o sistema pode ser acessado em qualquer dia e horário, a partir de um dispositivo com internet. Entretanto, há funcionalidades off-line também.

“O IPM Vigilância é um sistema inovador e intuitivo, desenvolvido em plataforma única e que simplifica e agiliza as tarefas dos Servidores públicos, apresentando solução completa em Vigilância Sanitária, Epidemiológica, Ambiental e Saúde do Trabalhador”, explica Cássio Andersen, coordenador de Desenvolvimento da IPM. “Além disso, oferece funcionalidades que potencializam o uso dos recursos públicos e oferecem inúmeros benefícios ao município e aos contribuintes”, completa.

Como resultado do trabalho com cadastro único, todas as informações da Prefeitura são compartilhadas em um único ambiente. Portanto, o sistema facilita o processo de abertura de empresas, emissão de alvarás, autos de intimação, penalidades, multas, denúncias, entre outros. Além disso, conta com QR Code para confirmar a autenticidade de documentos gerados pelo setor, evitando fraudes.

 

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Confira algumas funcionalidades do sistema IPM Vigilância:

> Sanitária: 

* Cadastro de entidades;
* Gerenciamento de documentos para responsabilidade técnica;
* Emissão de Alvará Sanitário, de Licença de Transporte e de Habite-se;
* Renovação de Alvará em lote;
* Cadastro de eventos;
* Coleta de água;
* Atendimento de denúncias;
* Livro Sanitário – Termo de Abertura/Encerramento;
* Autos/Termos;
* Emissão para licença de ambulantes;
* Inspeções sanitárias;
* Controle de notificação de receitas;
* Emissão de boletos;
* Utilização em dispositivos móveis.

 

> Epidemiológica:

* Definição de Agravos Notificáveis;
*
Fichas de Investigação para acompanhamento de Agravos;
*
Denúncias;
*
PNCD: Serviço Antivetorial, Cronogramas Epidemiológicos, Armadilhas, Geolocalização de Visitas, Relatórios LIRAa.

 

> Ambiental:

* Atendimento de denúncias;
*
Autuações.

 

> Saúde do Trabalhador:

* Atendimentos de denúncias;
*
Autuações;
*
Vistorias em estabelecimentos (fichas de investigação).

Ao usar tecnologia de ponta da IPM, em suma, o município ganha agilidade na identificação de irregularidades, com ambiente gráfico para ordenação do checklist de inspeções e a possibilidade de o cidadão verificar a situação do estabelecimento. Ainda, mesmo que o Servidor público esteja em área onde não tenha sinal de internet, ele consegue realizar o trabalho. Igualmente pode conferir a autenticidade de documentos, fazer vistorias, emitir autos de infração, intimação e/ou penalidade, fazer captura de fotos, incluir pareceres, conferir geolocalização de armadilhas, entre várias outras funções oferecidas de forma off-line.

 

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