Sistema de prefeitura do Paraná fica bloqueado após sequestro de dados

Confira dicas para manter as informações da sua prefeitura em segurança


A invasão ao sistema de gestão usado em prefeituras é um crime bastante comum que causa transtornos à administração pública e aos usuários. Recentemente o município de Cambira, no Paraná, foi hackeado e teve todas as informações contidas no sistema sequestradas, ocasionando o bloqueio de acesso ao servidor.


Com o ataque, serviços como o Portal da Transparência ficaram indisponíveis para a população de cerca de 7 mil habitantes. A invasão ocorreu no dia 8 de julho e até o dia 27 de julho a prefeitura tentava restabelecer os serviços para a população. Até o momento não há informações sobre a autoria do ataque ou se houve pedido de resgate.


No início deste ano, a prefeitura de São Carlos, no oeste de Santa Catarina, também foi alvo de um ataque cibernético que acabou inviabilizando o trabalho dos servidores municipais e suspendendo o atendimento ao público.


Ciberataques de hackers a órgãos públicos, a exemplo do que aconteceu em Cambira e São Carlos, preocupam gestores municipais de todo o Brasil. Eles causam prejuízos financeiros, interrompem o atendimento e comprometem a segurança de dados importantes para a rotina da administração municipal. Também é comum que os hackers peçam um valor abusivo pelo resgate das informações, causando ainda mais apreensão às vítimas.


Vale lembrar que prefeituras que ainda contam com tecnologia ultrapassada em desktop estão mais sujeitas aos ciberataques. Segundo o coordenador de Tecnologia e Pesquisa da IPM, Cleber Nardelli, uma alternativa para minimizar invasões e os danos causados é fazendo a migração das informações municipais para a nuvem, considerada hoje a tecnologia mais avançada para armazenamento de informações.


Na nuvem a hospedagem do sistema é feita fora da prefeitura, em data centers com alto nível de proteção e com todos os sistemas de segurança sempre atualizados. Nesses ambientes não se baixam arquivos de internet que podem conter vírus. Para se ter uma ideia, até os bancos e companhias aéreas já estão na nuvem por conta da proteção oferecida. Já os sistemas em desktop mantém os dados armazenados em ambiente da própria prefeitura, onde não há a mesma rotina de segurança dos data centers externos.


Os servidores municipais também podem manter os dados em segurança com a atualização frequente da infraestrutura, do sistema operacional, dos antivírus e do firewall, além de contar com uma rotina de backups e evitar baixar arquivos desconhecidos ou clicar em links duvidosos.


Sobre a IPM Sistemas


A IPM Sistemas atua há mais de 20 anos no desenvolvimento de softwares em nuvem destinados à gestão pública, com foco em redução de custos, aumento de receita, qualidade e eficiência no planejamento e execução de serviços. Prefeituras, câmaras de vereadores, fundos, autarquias e fundações estão entre os principais clientes que utilizam os sistemas IPM. A empresa, com sede em Florianópolis e Centro de Tecnologia em Rio do Sul (SC), conta com aproximadamente 300 profissionais que atuam nas áreas de tecnologia e consultoria técnica, e oferecem atendimento aos milhões de usuários espalhados pelo País.


Quer saber mais sobre proteção de dados em órgãos públicos? Confira neste post como prevenir os sistemas da sua prefeitura de invasões cibernéticas.

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