Ética e transparência fazem da IPM uma empresa ficha limpa

Ética e transparência sempre foram princípios valorizados mas, de uns tempos pra cá, têm sido ainda mais considerados diante de tantos escândalos envolvendo as gestões privadas e públicas. Com os casos de corrupção sob os holofotes, o brasileiro tornou-se incrédulo sobre a idoneidade de empresas e é comum haver dúvidas, principalmente nos casos de instituições ligadas ao setor público, como é o caso da IPM Sistemas. Por isso que conhecer a "ficha" de uma pessoa ou empresa é uma das maiores garantias antes de se fechar negócios.

Neste artigo você vai saber porquê a IPM Sistemas é considerada uma empresa ficha limpa e ter ainda mais segurança ao adquirir os nossos sistemas de última geração. Confira:

Há mais de vinte anos em dia com a justiça


A IPM é uma empresa catarinense com mais de 20 anos de mercado, mas sua história começa antes, com seu fundador e diretor-presidente. Aldo Luiz Mees possui mais de 30 anos de experiência com a área pública e, durante sua trajetória como gestor, nunca escondeu que respondeu algumas ações, uma rotina comum entre grandes empresários.

“Assim como políticos, é muito comum empresários serem alvo de processos sem fundamento, ainda mais quem está no mercado há muito tempo. Durante minha trajetória fui investigado inúmeras vezes, mas sempre respondi à justiça”, esclarece.

Para se ter uma ideia, das ações movidas contra a IPM Sistemas, duas foram consideradas “improcedentes”, cinco foram arquivadas por falta de provas e três estão em andamento (confira abaixo um resumo de cada caso e, na galeria de imagens, as ações e certidões negativas de antecedentes criminais).

Para o presidente da IPM, Aldo Luiz Mees, o grande motivador das ações contra a empresa é a concorrência no mercado entre as instituições de tecnologia, já que a maioria ainda oferece sistemas defasados, o que torna o negócio mais acirrado para as outras organizações.

“Somos uma empresa que fornece tecnologia avançada, que realmente atende ao interesse público com melhores serviços e com o melhor custo-benefício. Os municípios não querem mais sistemas ultrapassados e ilhados que dependem do funcionamento de um integrador. Tanto é que todos já estão mudando para sistemas de última geração e alguns vendedores estão no desespero”, explica.

Ele se refere aos sistemas baseados em computação em nuvem, uma realidade na maior parte das empresas. Para se ter uma ideia, bancos, companhias aéreas, WhatsApp, Uber, Waze, Google e tantas outras instituições do mundo todo já estão na nuvem.

Diversos importantes clientes da concorrência trocaram seus sistemas defasados para os sistemas de última geração IPM. Confira alguns deles:

  • Presidente Nereu (SC);

  • Agrolândia (SC);

  • Ituporanga (SC);

  • Rio do Sul (SC);

  • Taió (SC);

  • Ibirama (SC);

  • Rio do Campo (SC);

  • Concórdia (SC);

  • Pinhalzinho (SC);

  • Barra Velha (SC);

  • Piçarras (SC);

  • Biguaçu (SC);

  • Palhoça (SC);

  • Ouro (SC);

  • Arapongas (PR);

  • Cascavel (PR);

  •  Paranaguá (PR);

  • Lapa (PR);

  • Telêmaco Borba (PR);

  • Estrela (RS);

  • Gravataí (RS).


Portanto, para evitar qualquer dúvida sobre a afirmação de que a IPM é ficha limpa,  confira a seguir diversos documentos obtidos em fontes oficiais comprovando a idoneidade da empresa e do diretor presidente Aldo Luiz Mees:

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL


Arquivado: Processo 2.13.0000169-3 – Candelária

O processo, envolvendo o ex-prefeito de Candelária (RS) por supostas fraudes em licitações ocorridas durante seu governo, citava a IPM Sistemas como favorecida em dois procedimentos. Por determinação da justiça o processo foi arquivado. Com isso, torna-se inválida a acusação de que a IPM teria sido favorecida ilegalmente.

PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE SANTA CATARINA


Arquivado: Processo 0012003-89.2011 – Indenização por dano material
O processo envolvia uma publicação no site da IPM Sistemas de publicidade comparativa, confrontando gestão de informática passada com a atual gestão. Como as informações eram verdadeiras a justiça entendeu que não houve prática de concorrência desleal e a justiça considerou a sentença improcedente, dando ganho de causa para a IPM Sistemas.


Arquivado: Processo 0300824-60.2016.8.24.0007 – Biguaçu
O processo, movido por uma empresa concorrente, alegou fraude em procedimento licitatório. Porém, a justiça entendeu que a IPM Sistemas não podia ser responsabilizada já que a eventual irregularidade diz respeito aos participantes do certame e ao município de Biguaçu. O simples fato de a empresa ré atuar no mesmo ramo da autora da ação não legitima esta a interferir em relações jurídicas alheias, das quais não participou e não foi prejudicada. A autora da ação foi condenada a pagar as custas e honorários do processo no valor aproximado de R$41.000,00. 


Arquivado: Processo 0304001-42.2016.8.24.0036 – Jaraguá do Sul
A empresa concorrente, autora do processo, desistiu e ele foi extinto e arquivado.

Ação improcedente:
Processo 0009453-04.2006.8.24.0054 – Rio do Sul
Em 2014 o Tribunal de Justiça de Santa Catarina julgou improcedente a ação civil pública em primeira e segunda instância.

Em andamento:
Processo 0900024-46.2015.8.24.0159 – Armazém
A prefeitura de Gravatal não lançou a licitação em tempo hábil e, para que os serviços não fossem prejudicados, a IPM assinou um contrato emergencial pelo prazo de 90 dias - até que fosse feita uma nova licitação. Neste caso, a IPM atendeu à solicitação do município sem dano ao erário, porque os preços são inferiores ao contrato anterior e, ao término do contrato emergencial, finalizou as atividades. A licitação é uma responsabilidade da prefeitura, portanto a IPM não agiu incorretamente. Até o momento não houve sentença.

Em andamento: Processo 0002010-78.2008.8.24.0006 – Barra Velha
A ação Civil Pública questiona o envio de duas cartas-convite diferentes para processos licitatórios, em vez de apenas uma. Como se trata de dois serviços distintos, oferecidos pela IPM, e a lei permite essa prática, entende-se que não há dano ao erário. Até o momento não houve sentença.

Em andamento: Processo 0329627-39.2015.8.24.0023 – Brusque
A Ação Popular movida por uma pessoa sem vínculo com a empresa ou com o município alega Violação aos Princípios Administrativos por conta da prorrogação contratual superior ao valor global inicial do contrato. Como a prorrogação pode ser estendida por lei por até 48 meses entende-se não há dano ao erário. Até o momento não houve sentença.

JUSTIÇA FEDERAL


Um inquérito policial é feito quando há uma denúncia. Nos dois casos abaixo a polícia Federal investigou a IPM, mas não encontrou crimes cometidos pela mesma. Por isso os inquéritos foram arquivados definitivamente. 

Arquivado: Inquérito Policial 0000201-83.2010.404.7213 (SC) – Justiça Federal.

Arquivado: Inquérito Policial 0006262-72.2011.8.24.0054 – Rio do Sul.

 

Imagens dos processos:




 

Certidões de antecedentes criminais e cíveis - Aldo Luiz Mees e IPM Sistemas


 

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